terça-feira, 29 de dezembro de 2009

ITIL - O que vou dizer lá em casa?

Como estou estudando para a certificação ITIL V3, um amigo me recomendou um blog chamado ITIL Blues para esclarecimento de dúvidas e curiosidades. Lá encontrei um post entitulado “Seven “ITIL is not” statements” que lista sete coisas que o ITIL não é. Veja o post original em inglês aqui e a tradução abaixo:

1. Não é tecnologia – É gerenciamento de serviço de TI.

2. Não é a palavra final – É uma referência, um bom começo.

3. Não ensina como fazer nada – É um norte sobre o que fazer.

4. Não é uma ferramenta – São responsabilidades, atividades, resultados… que precisam de ferramentas.

5. Não é instantâneo – É gradual (para humanos!).

6. Não é mágica – Apenas re-uso de senso comum.

7. Não é pacífico – Sempre aponta para mudanças organizacionais.

Esta lista me serviu para esclarecer o que era ITIL para pessoas que nunca tinham ouvido falar nisso e para aqueles que ouviram e entenderam errado. Como quando somos crianças e aprendemos o conceito de certo ouvindo nossos pais nos dizerem de forma incansável a palavra "não". E não é que funciona? :)

Referência: http://itilblues.wordpress.com/

Yes we can! Oops.. We touch!


Domingo passado, assisti uma matéria no Fantástico que mostrou o restaurante Inamo, situado em Londres, que utiliza uma mesa com um dispositivo “sensível ao toque” para possibilitar a navegação. Enquanto espera-se o pedido ficar pronto, é possível passar o tempo jogando ou pesquisando o cinema mais próximo por exemplo.

Como era de se esperar, a matéria foi bem superficial, com uma conotação mais turística do que tecnológica e não contou ao menos a tecnologia usada. Resolvi aproveitar a falha e escrever um post sobre a Microsoft Surface, mesa multi-touch, que já está sendo utilizada em lojas, restaurantes, bares, escolas e empresas.

Entrei no site do restaurante e descobri que ele usa um sistema próprio chamado E-Table. Olhe como funciona:


Achei muito bacana, mas também muito específico. A Microsoft Surface oferece um leque muito maior de possibilidades.

Mas enfim, são 00:34 hrs e meu post acaba de ser destruído pelo nosso glorioso colaborador Piedade, que após ser questionado sobre o funcionamento do tal projetor + touch panel, utilizado na E-Table, me deu a seguinte explicação:

"Rubens: ok... mas eu ponho o dedo em cima do botão ou controlo só pela bolinha?

Leo: por sobreposicao o pc sabe se tu apertou o botao

Rubens: pra que que a bolinha existe então?

Leo: cara.. vamos denovo
cara é um panel..
ele provavelmente é em formato de uma bola
mas poderia ser quadrado, blz ?

Rubens: ok

Leo: no meio da bolinha eu posso fazer aparecer um ursinho ?
pode ser ?

Rubens: ok

Leo: ai tu aperta na cara do ursinho e nada acontece, ok ?
ai depois eu faço aparecer um leãozinho.. kkkkkkkk
ai o garçon.. vem com a cabeça de um macaco frita
dizendo que foi o que tu pediu
sacou agora?"

Depois dessa conversa não consigo parar de rir. Mal consegui reproduzí-la aqui. Prometo que escreverei um post com mais detalhes sobre a Microsoft Surface em momento mais oportuno.

Para mais informações sobre a E-Table clique aqui.

Para mais informações sobre a Microsoft Surface clique aqui.

E assista a um vídeo aqui.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Ativando o som no Linux


Como já esperava, algumas configurações estão sendo necessárias, claro que bem mais simples do que nas primeiras versões de Linux, mas a grande maioria delas poderiam ser feitas durante a instalação. Um bom exemplo disso é o som, que não estava funcionado.

Para configurar o dispositivo de som:
#alsaconf

Porém, ao fazer isso, o controlador de som fica configurado para mudo, então:
#kmix

O kmix exibe um ícone do som ao lado do relógio. Clique no ícone e depois no botão mixer, irá abrir uma janela, vá em Settings > Configure Channels e adicione o painel Speaker. Não sei porque, mas ele está marcado com a opção mudo. É so alterar e pronto!

Configurando o teclado no Linux


Apesar de ter informado o layout correto do teclado durante a instalação do Slackware, a configuração ficou a default. Para alterar usando o KDE 4, é só acessar
K > System Settings > Regional
& Language ou:
#systemsettings

No meu caso foi preciso apenas adicionar o layout "Brazil br" em Active layouts.

Algo me diz que ainda vou ter um certo trabalho por ter optado pelo Slackware.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Configurando a rede sem fio no Linux



Com o Linux instalado, como de costume, no Slackware muitas configurações devem ser feitas from scratch. Obviamente que uma das coisas mais importantes é a configuração da rede. Estou usando o Slackware 13. Primeiro problema, encontrar a rede. Os passos:

Para atualizar o arquivo de configuração:
#wpa_passphrase nome_rede senha_rede > /etc/wpa_supplicant.conf

Ao executar wpa_supplicant são listados os drivers. O primeiro que tentei foi o wext (um driver genérico).

Para ativar a placa de rede e a interface wlan0:
#wpa_supplicant -i wlan0 -c /etc/wpa_supplicant.conf -D wext

Ao executar o ifconfig vi que a interface wlan0 foi adicionada, porém não havia IP atribuído.

Para atribuir um IP a interface, vindo do servidor DHCP:
#dhclient wlan0

Pronto.. rede funcionando! Segundo problema, incluir esse procedimento na inicialização do Linux. Alterando as chaves em: /etc/rc.d/rc.inet1.conf

IFNAME[4]="wlan0"
USE_DHCP[4]="yes"
WLAN_ESSID[4]=nome_rede
WLAN_MODE[4]=Managed
WLAN_RATE[4]="54M auto"
WLAN_CHANNEL[4]="auto"
WLAN_KEY[4]=""
WLAN_IWPRIV[4]="set AuthMode=WPAPSK set EncrypType=TKIP set WPAPSK=af7e6efd5b5523ae43c7925ff4df2f8b7099495192d44a774fda16"
WLAN_WPA[4]="wpa_supplicant"
WLAN_WPADRIVER[4]="wext"

Espero que ajude alguém...

Referência:

Dual boot Linux e Windows 7, partição esquecida!


Bom, depois de alguns meses usando apenas o Windows 7 Ultimate na minha máquina, senti a falta de voltar a usar o Linux, portanto, resolvi instalá-lo novamente, baixei o Slackware 13, uma distro que tenho um certo laço afetivo, por ter sido o primeiro Linux que usei. Não quero entrar nas discussões sobre escolha da distro aqui.

Instalando-o, notei que o instalador não sofreu melhorias gráficas. Tive que instalar duas vezes pois, na primeira tentativa, o processo simplesmente parou! Ao configurar o LILO, por força do hábito, apontei para partição do HD onde o Windows estava instalado, porém ao iniciar retornou um erro sobre não haver o registro do boot. Algum tempo depois me lembrei que ao instalar o Windows 7 foi criada uma outra partição, usando o cfdisk confirmei que a partição era a responsável pelo o boot do Windows, alterei em /etc/lilo.conf para a partição correta e executei o lilo para regravação da MBR.

Agora com o Linux de volta a minha máquina, é só configurar, aprender, sofrer, configurar, aprender... eita vida boa!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

E o Papai "Nooel"...

Hoje pela manhã, recebi por email uma mensagem de boas festas da equipe Google Brasil. Não aguentei e resolvi compartilhar com vocês:

“Olá

Porque nos aproximamos do final do ano, queremos agradecer o tempo, energia, empenho e confiança que compartilhou conosco ao longo de 2009.

Com o desejo de dividir, decidimos fazer algo um pouco diferente esse ano. Esperamos que você considere adequado ao espírito da época de festas.

Estamos ansiosos a continuarmos o trabalho em 2010, para alcançarmos juntos muito sucesso.

Boas Festas

Equipe do Google Brasil.“

Sútil como sempre foi em suas “manifestações ideológicas”, a mensagem possui um link na parte “algo um pouco diferente”. É muito bom ver que em tempos de individualismo e competição, uma gigante da indústria de TI nos dá um belo exemplo de coletivismo e colaboração.

O Osseva Golb também agradece aos leitores que por aqui passaram. Boas Festas!